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  • Valor Offshore Team

Investimento em Comércio Exterior

Updated: Jan 18


Para um número cada vez maior de pessoas ao redor do mundo, a atividade de comércio exterior deixou de ser restrita às grandes corporações ou trading companies, fazendo parte do dia-a-dia dos pequenos comerciantes ou mesmo, daquelas pessoas que a utilizam como uma segunda fonte de renda ou renda alternativa.


Mais uma vez, com as facilidades proporcionadas pela internet, o acesso à informação sobre os produtos mais variados, o contato com os fornecedores situados em qualquer país do mundo, as possibilidades de pagamento de mercadorias em qualquer moeda e as transferências de capital feitas de forma praticamente instantânea, além das mais variadas opções de transporte internacional das mercadorias adquiridas, fazem com que esta atividade se torne cada vez mais corriqueira.


Hoje, praticamente qualquer pessoa que disponha de um computador com acesso à internet pode buscar em outros países um determinado tipo de produto que entenda viável a comercialização em seu próprio país, selecionar o fabricante global que ofereça as melhores condições de aquisição, preço, frete, prazos de entrega, etc., negociar a compra do produto mesmo que não domine o idioma do futuro parceiro comercial mediante o uso de um tradutor automático, receber a fatura eletrônica, efetuar o pagamento via cartão de crédito internacional ou alguns dos vários portais de pagamento eletrônico, agendar a remessa e entrega da mercadoria por courier em seu próprio país e posteriormente efetivar a venda do produto adequando sua própria margem de lucro.


Quantas donas de casa hoje em dia conseguem obter uma boa renda alternativa vendendo perfumes ou cosméticos importados? Quantos jovens aumentam substancialmente suas mesadas através da venda de tênis, camisas ou bonés importados? Em geral, tais produtos podem ser encontrados a preços muito mais atraentes que aqueles praticados no mercado doméstico, uma vez que a aquisição de produtos em pequena escala, considerados para consumo próprio e que não excedam a um determinado patamar monetário são isentos de impostos de importação, valendo a pena sua aquisição para revenda.


Em maior escala, quem não se lembra no mercado doméstico há alguns poucos anos atrás, a verdadeira febre das lojas de R$1,99? Na ocasião, alguns lojistas de visão trouxeram para o Brasil um modelo de negócio ainda existente nos Estados Unidos, como as redes “Dollar Tree ou Dollar General ou Family Dollar”, lojas onde todos os produtos existentes são vendidos aos consumidores por apenas um dólar.


No Brasil, este modelo inicialmente foi bem aceito, com produtos de qualidade quase sempre provenientes da China ou algum outro país asiático sendo oferecidos ao preço de R$1,99, mas com o tempo acabou sendo deturpado e deixado de lado pelos consumidores no momento em que os lojistas, para manter e mesmo aumentarem seus lucros, passaram a adquirir produtos de qualidade inferior, de segunda linha ou refugos das fábricas, o que acabou por desestimular os consumidores a adquirir os produtos vendidos nestas lojas.


Tal fato determinou a migração para outro tipo de negócio, sem deixar de lado a oportunidade de lucros com a importação de produtos de baixo custo oriundos de países asiáticos; assim, lojas onde se poderia adquirir uma variedade enorme de itens passaram a especializar-se em poucos itens apenas, oferecendo, entretanto, maior qualidade nos produtos disponibilizados aos consumidores; deste modo podemos hoje encontrar lojas especializadas na venda de bijuterias de luxo, outras em artigos de papelaria e outras mais em miudezas domésticas, por exemplo.


De modo geral, o foco não se perdeu: as oportunidades geradas com o comércio exterior, notadamente na venda no varejo de produtos específicos aos consumidores do mercado doméstico; a melhor oportunidade para os iniciantes que desejam adentrar neste ramo, aproveitando as oportunidades proporcionadas pelo comércio exterior continua sendo na modalidade de "dropshipping"; vale a pena conferir.



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